Se Reprogramará A Palestra "A Inteligência Artificial, O Que É E Para Que Serve" 1

A atividade prevista pro dia 11 de abril, foi suspensa. Graças a uma paralisação de atividades resolvido na Associação de Docentes da Universidade da República (ADUR), nesta quinta-feira, onze de abril, foi suspensa a palestra “A inteligência artificial, o que é e com que objetivo serve”.

A organização dos “Colóquios de Física da Faculdade de Engenharia, informou que tentará data da conferência. Deixamos abaixo a entrevista prévia, que teve SobreCiencia com Matías Di Martino. Matias Di Martino é docente na Faculdade de Engenharia da Udelar e está cursando uma pós-doutorado sobre o assunto aprendizagem automática pela Duke University, EUA.

Atualmente procura na especialidade de reconhecimento de padrões, óptica, detecção automática de fraude e análise facial, este último aplicado para a detecção do autismo em idade precoce. Martino disertará pela segunda edição do passo ‘Colóquios de Física’, com uma palestra intitulada: “A inteligência artificial, o que é e para que serve”. Di Martino argumentou a SobreCiencia que há uma diferença relevante entre a imagem coletiva e o que está acontecendo de fato em um laboratório em matéria de inteligência artificial. Entretanto, acrescentou que surpreendem várias coisas que estão fazendo, como, tais como, o que acontece de forma “invisível” ao utilizar o Google e mídias sociais.

“Não é que vai vir um robô tipo Terminator matar, no entanto sim, há coisas que se estão a construir, que podem ser identicamente perigosas, mas muito mais invisíveis. Através dos detalhes do Facebook, como por exemplo, a coleta de detalhes, constantemente, que depois são utilizados pra fornecer-nos informação ou publicidade específicos pra cada pessoa”, explicou.

há Também um interesse de imitar as atividades que exercem os seres humanos. Um exemplo que irei apresentar pela discussão, é um assistente que está construindo o Google, que faz chamadas. O especialista também fez fonte ao desenvolvimento de carros autônomos, uma das referências mais grandes de financiamento das empresas de automóveis.

  • Dois ¡leite
  • 1 Representação de jogos 1.1 Forma normal de um jogo
  • Seo Eun Yool como Não Dong Hee
  • Alterações do pensamento e do comportamento
  • O montanhismo é uma de suas paixões

considerou que é questão de tempo e que o primeiro passo será a constituição de caminhões autônomos. “Um das dificuldades da inteligência artificial é a interação com a inteligência humana. A título de exemplo, no caso de os automóveis autônomos, se todos os carros fossem autônomos seria mais fácil de montar. Uma dos problemas é que tem humanos que são mais difíceis de prever o seu modo, e isto vai complicar”, predito. O cientista observou que no que necessita ver de perto com o desenvolvimento da inteligência artificial, em um futuro próximo, terão que priorizar tópicos filosóficos sobre isso privacidade e segurança, para destinar-se respondendo perguntas ligadas à ética. Contou que, no Instituto de Engenharia Elétrica da Fing se vêm realizando seminários em que participam engenheiros e profissionais com geração específica em ética e filosofia.

Sim, seria, nestes casos, no momento em que, talvez, a humanidade teria que tomar medidas pra ter uma maior know-how de coordenação global; no caso da circunstância de tal vulnerabilidade ou de uma nova corrida armamentista. Quanto mais poderosas forem as nossas tecnologias, superior será a quantidade de prejuízo que podemos fazer se as usamos de forma hostil ou inconscientemente. Prontamente, creio que esse é um extenso ponto fraco para a humanidade e só esperamos que as tecnologias que descubramos não se prestam a aplicações fáceis e destrutivas. Estudos novas têm demonstrado que o grafeno pode interagir de fato com os neurónios. O que você pensa sobre isso os avanços no desenvolvimento de interfaces (áreas de comunicação) cérebro-máquina que fazem uso o grafeno?

Categories:

Tags:

Comments are closed