Não Pareciam Mulheres, Todavia Eram. A Educação Feminina Das Professoras, Argentina 1920-1930 1

Keywords: women, teachers, education, Home Economics, sources. As professoras, e também prestar-se ao ofício de ensinar, são mulheres. Deste modo, é árduo localizar as mulheres nos arquivos, inclusive até quando elas mesmas falam sobre si, porque a suporte da linguagem implica um efeito de invisibilidade a respeito do universo feminino. De tal maneira, no corpo deste escrito cristalizam dois parágrafos que estabelecem um jogo de claridade e contraluz, a toda a hora com ligação às fontes.

o primeiro e pro jeito de entrada, começaremos pela aresta mais explícita do corpus, que é também a mais visitada. Ou seja, esbozaremos novas reflexões ao redor do ensino de Economia doméstica e à multiplicidade de aparato de arquivo que nos permitem historiarla. A Economia doméstica foi uma disciplina pensada exclusivamente pro gênero feminino.

Como nos ensinaram a ser mulheres? A entrevistada, com seus oitenta e dois anos, explica que a Economia doméstica era a matéria que os aproximava dos saberes femininos. Destaca-se que, por dessa maneira, se os fazia, não apenas pra conceder aulas, porém pra viver como mulheres exemplares. Nas aulas de Economia doméstica o currículo propunha a transmissão de conhecimentos sobre isto: cozinha e os segredos da bacana alimentação, trabalhos de ponto – (de costura, tecido, etc.), normas de higiene e afazeres domésticos em geral. É preciso recordar que a educação feminina, foi um tópico de ansiedade da Modernidade em geral.

Isto é: dar-lhes local pra mulheres no campo intelectual, no espaço público e no mundo do trabalho poderia tornar-se um gesto que funcionar em detrimento do lugar que as mulheres deveriam ocupar em residência.

Deste modo, a começar por meados do século XIX (até já antes), foram apresentados manuais, com o foco de educar as criancinhas, em geral, e as argentinas em peculiar. Se bem que estes textos tiveram uma leitora maravilhoso, distinguida por conotações de classe (que podiam ter acesso à cultura letrada, mas bem como marcadas por sinais religiosos, etc.), a prosa dos textos cita-se a uma mulher em termos homogêneos.

Claro que, quando o tema entra pela cadência do mundo escolar, a solidez obriga a discernir entre as receptoras de acordo com a tua origem social, sua localização espacial, etc., Enfim, a faculdade tenderá a interpelar as garotas/mulheres de menores recursos (formar pro serviço doméstico, mas também para o externo: a costureira, cozinheira, a arrumadeira). Propriamente, as revistas pedagógicas resultam ser um ponto através do qual asomarnos à problemática estudada.

  • Fabián Liendo: voz
  • O Riacho Acaraymí no lado Acaray, emenda com o córrego Amambay sob a terra
  • Que tenha a cobertura e o acabamento que quiser
  • o Que o tempo há limite pra iniciar o modo, uma vez produzida a óbito

Deste modo, é fácil ou, pelo menos, não apresenta tantas dificuldades a reunião de um conjunto de fontes que dê conta da transmissão escolarizada da Economia doméstica. Desta forma, planos de estudos, lembranças, revistas educacionais e livros didáticos (manuais e tratados) são os traços que nos permitem historiar o tratamento perceptível da situação feminina nas escolas. As professoras, e também ser modelo de saber, foram modelo de conduta feminina.

…, nem sequer se lhe ocorria, com uma blusa que marque o organismo, com um decote, de …, sabia, não sei como sabia, no entanto sabia…”21. A professora leva pôr do sol, mesmo na atualidade, eu irei na rodovia e digo: essa mulher é docente…, não entendo, o jeito de andar, de parar, de modular a voz e de se vestir bem como, o

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