Eleições Gerais 2019: Anotações Para Entender O Debate De Investidura De Rajoy 1

Mariano Rajoy, foi o primeiro a participar do primeiro debate de investidura da democracia. Veja abaixo a intervenção inicial do candidato anotada por jornalistas de todo o mundo. Clique a respeito cada frase sublinhada em amarelo pra ler nossos comentários ou deixe os seus próprios utilizando cada parte do texto, usando a tecnologia de Genius. Eu aceito o pedido de Sua Majestade, o Rei, pelas mesmas razões que os expressei no momento em que comparecí diante de vocês, no passado mês de agosto. A primeira e a mais primordial, é que Portugal necessita de um governo com emergência. Dirijo-Me a vocês por intermédio da convicção partilhada de que a Espanha não suporta mais atrasos.

Não exagero nem ao menos um pingo se anuncia que a instabilidade política tem se tornado aos olhos de qualquer observador em o maior traço pra nossa economia. Hoje se louvam os nossos esforços para deixar pra trás a crise; se valorizam nossas reformas pra recuperar a competitividade; se reconhecem os efeitos de nossa disputa contra o desemprego. O reconhecem todos e em todas as partes. Mas, imediatamente depois, somos advertidos de que as nuvens que mancham um horizonte esperançoso são a inconsistência política e a paralisia institucional. Felizmente, a inércia de um trabalho bem feito permitiu que a Espanha tenha atravessado o deserto infecundo dos últimos meses, sem interrogar. Portugal, repito, por mais que alguém se surpreenda, continua a ser o país que mais cresce entre as grandes economias desenvolvidas.

foi o ano passado, será esse ano e todas as previsões apontam pra que, assim como o será o próximo ano. Estamos crescendo a um ritmo que duplica o progresso da zona do euro. E, devido a esse progresso, nós somos assim como o país que cria mais postos de serviço: meio milhão de pessoas encontrarão serviço esse ano de instabilidades. Mas tudo tem um limite, senhoras e senhores deputados. Felizmente, o meu Governo foi previdente e no outono de 2015, aprovamos os Orçamentos Gerais do Estado pra este ano. Conseguimos, portanto, preservar prestações, subsídios, investimentos e subsídios, o que, sem dúvida, permitiu prosseguir o trajeto de progresso e preservar a assistência social no tempo.

Foi uma decisão acertada, apesar da torrente de avaliações com que foi recebida. Em Portugal necessitamos se acostumar a apreender que aquelas medidas, que alguns rejeitam de ofício como indesejáveis, são propriamente as que beneficiam os espanhóis. Não, nós não mediu esforços do Governo nestes 10 meses para aproveitar a estreita margem de atuação que nos permitia a lei, a término de impossibilitar danos e minimizar os danos que a está nas mãos poderia causar pros espanhóis. Como sabem, temos obtido da Comissão Europeia de um caminho de consolidação fiscal mais compatível com o progresso econômico.

Temos sido capazes, após um frutífero diálogo nesta Câmara, de ceder os passos necessários para executar esse ano, com o défice comprometido. A partir das Forças de Segurança pra instituições sociais, desde a saúde, para os escritórios de emprego, pela Magistratura judicial até os municípios, Espanha, em nenhum instante, ter estado “em funções”.

Em suma, senhoras e senhores deputados, Portugal -até agora – foi mantido o seu rumo, mas, como dizia, tudo tem um limite. Está em jogo a pedra angular de nossa prosperidade: a segurança, esse ingrediente substancial das relações humanas, sejam elas pessoais, políticas, comerciais ou diplomáticas, do que depende o impulso de nossa recuperação.

Temos acumulado um bom corrimento de certeza, e isto nota-se dentro e fora de nossas fronteiras. Tanto os espanhóis como os estrangeiros, confiam mais nas experctativas do nosso nação. E por causa de confiam mais, gastam mais e gastam mais.

Portugal é confiável, e isto se traduz em que os juros que paga nossa dívida ou no crédito, que nos concede contra o défice. A certeza, assim, custa muito a tomar, porém muito pouco a perder. Sob nenhuma circunstância precisamos correr o traço de que se torça o trajeto e se malogren os titánicos esforços que fizeram os espanhóis para simbolizar uma história de sucesso que todos reconhecem.

  • Serviço de Estacionamento: 3000 carros
  • Obras: Os direitos do Homem, 1791-92
  • Almeida Henrique. “Funções: a circunstância ao sinthoma” em Microscopia Nº 51
  • 3 Frases parelhos
  • 630 Villalba-Estação-são paulo-vila velha-maringá-paraná. Autocarros Julián Castro, S.

os Nossos cidadãos têm, porque, o certo, que é o nosso dever-, a pedir que a não sermos nós, os seus representantes, os responsáveis pelo teu bem-estar, que malogremos os frutos de teu empenho. Portugal não suporta mais atrasos e inconsistências. Senhoras e senhores deputados, esta é a causa mais sério pela qual eu aceito o pedido de Sua Majestade o Rei, mas há mais. Os espanhóis mostraram, em duas ocasiões, em tal grau em dezembro quanto em junho, a tua clara preferência pelo Partido Popular. Não desejo relembrar o que vocês bem conhecem, nem ao menos blasonar aqui os resultados das últimas eleições.

Não fazer ostentação dos mesmos. Mas parece razoável que, em uma democracia consolidada como a nossa, governe daquela criação política que tem mais apoio entre os cidadãos. E mais razoável parece-se, como ocorre por esse caso, a diferença com a segunda força política supera em votos de dois milhões e meio. Portugal desde 1977, a todo o momento tem governado a força política que mostrou com mais apoios famosos.

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