Crónica Albeldense, Ano 883 1

Munuza, de nome Otman ben Neza, foi um governador muçulmano do norte da Hispânia, cuja figura aparece em 2 relatos ilógicos. O que tem por fonte a Crónica albeldense (montado para 881), o retrata enfrentado don Pelayo em Astúrias, e o colocaria em a gênese da Reconquista. Em 714, ao ser reclamados Musa ibn contratados pelo e Tariq ibn Ziyad a Damasco pelo califa al-Walid, Munuza permanece como váli do terço ocidental da Hispânia, com sede, alternadamente, em Asturica Augusta, Lucus Asturum e Gigia. Em 717, envia como convidados-reféns várias personalidades da área, entre eles don Pelayo, a Ishbiliya dentro da política de cooptação e supervisão das elites dirigentes, que ainda assim sendo perdem o poder político, conservam o social.

de Acordo com outras referências, a Pelayo lhe teria confiado o transporte dos tributos da área. A lenda, que não as fontes históricas, quer olhar no encaprichamiento de Munuza de Ermesinda (ou, assim como, Ormesinda ou Adosinda), a irmã de Pelágio, a explicação e que desencadeou a insurreição cristã. Uma variante informa que Ermesinda acede ao casamento pra impedir a morte de seu noivo, don Alonso, preso por ordem de Munuza.

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Quando Pelayo volta, se dispõe a matar tua irmã, pra “lavar sua honra” manchado pelo rompimento do acordo com Alonso e o casamento com o infiel, enfrentando o dilema do que fazer com Alonso. No casamento, Juliana pede para falar com sua irmã, que lhe comunica que se tinha envenenado insuficiente antes de morrer nos braços de Pelayo. Munuza, irado, ele Pelayo, mas é falecido por este, que com Alonso leva o cadáver de Ermesinda a Covadonga. Pelas razões que forem, Pelayo aparece logo após encabeçando um grupo de astures, formado por insurgentes, fiscais e outros fugitivos, entretanto sem causar muitos inconvenientes pra Munuza, que ainda em vista disso, informa o emir do al-Ândalus.

A precária organização dos territórios fazia insuficiente conquistados. O principal assunto de interesse muçulmano é a expansão pro Reino Franco. Em 720-721, o califa Umar II envia como governante a as-Samh ibn Malik al-Jawlani, que reorganiza a administração de al-Andalus, a cobrança de tributos e a repartição das terras entre os homens vindos com Tariq e Musa ibn contratados pelo.

O avanço muçulmano continua contra o Ducado da Aquitânia, entretanto no roubo a Toulouse, o duque Odón, o Grande derrota dos muçulmanos, 21 de julho de 721, perdendo a vida o respectivo as-Samh. Os muçulmanos se replicate a Narbonne e al-Andalus, sob o comando de al-Gafiqi. Em agosto de 721, chega Anbasa, o novo uale, que neste instante reorganiza as tropas. Assim, para o ano de 722, Munuza for o caso, a começar por Gijón, a administração do território e a cobrança de tributos. “Então os das hostes dos Sarracenos que tinham sobrevivido à espada, ao desmoronamento de um monte em Liébana, foram sepultados pelo juízo de Deus.”

Teria morrido às mãos de Pelayo, o dia do casamento com tua irmã. Teria morrido pela competição de Covadonga, mesmo pras mãos do mesmo Pelayo. As Crônicas asturianas o situam em muitos locais: Santa Eulália de Manzaneda, Santa Olaya de Abamia, Tudela de Astúrias, no vale de Proaza, São Vicente de Olalle nas proximidades de Trubia, e em uma área próxima a angra do heroísmo.

O autor P. Flórez assegura que foi no vale de Santa Olalla, que, em função de outros fatos, podes ser Santa Eulália de Turiellos (antiga denominação de ponta grossa). De acordo com Ambrósio de Morales na Crônica e, de acordo com o Pai Risco, foi também por aqui o lugar de derrota; o mesmo admite o historiador P. Mariana. O arabista Saavedra coincide também com a localização langreana. Ele teria Se retirado às margens do Guadalquivir com Ermesinda (ou Adosinda). Teria permanecido em Gijón com Ermesinda (ou Adosinda), uma vez reconciliados com Pelayo. Porém, uma outra crônica, quase contemporânea e mais contrastada, o coloca com bastante segurança introduzido a cargo das tropas berberes em áreas de fronteira e de aproximado geografia montanhosa dos Pirenéus orientais.

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