Cristina Kirchner Diz Que Não Viu A Posse De Seu Sucessor Na Presidência Da Argentina 1

Mais de 12 anos se passaram desde que Cristina Fernández de Kirchner não subia em um avião da Aerolíneas Argentinas pra viajar pela classe econômica. Questionado pela solenidade de investidura de Mauricio Macri, que a tal se recusou a ir, respondeu que não a viu já que estava “às esperma (projeto) com os preparativos da viagem”. De habitação De tua filha, tal saiu sem uma gota de maquiagem oculta atrás de umas enormes óculos pretos de sol. Uma vez em teu apartamento da estrada Juncal (o da Recoleta), antes de embarcar no voo 1862 de AA, a viúva de Kirchner aproveitou os minutos (vários) para “haver”.

embarcaram Juntos e, juntos, foram testemunhas da investidura de Alicia Kirchner, onde paradoxos da existência, reproduziu-se um cenário igual ao que provocou “Cristina”, em Buenos Aires. O governador de saída, Daniel Peralta, não participou dos atos e, como Fernández com Macri, a deixou plantada.

Um dos primeiros a se aproximar foi Teodoro Garcia mar egeu, secretário-geral do Partido Popular e nome chave pela negociação que levou Moreno pra San Telmo. Procede-Se à votação, por ordem alfabética, iniciando pelo primeiro deputado que saia por sorteio. Ao fim, votarão os participantes da Mesa do Parlamento. Moreno, que solicita, por último, o voto para “começar um novo modo de governar e “abrir portas e janelas” para que a mudança de fase estiver em jogo “, em benefício dos andaluzes”.

Fim do debate. A bancada popular, em pé. Moreno segue perguntando a Díaz, ainda que este é o último turno. A presidente do Parlamento, Marta Bosquet, lembra-lhe que neste instante não há mais intervenções. Alvoroço no salão de plenos depois que Moreno tenha sido expulso peito diante das acusações de que é um fantoche de Gênova: “O que manda no PP de Andaluzia sou eu”. Moreno Díaz estão descrevendo estratégia: ambos estão fazendo um discurso de oposição ao outro. A presidente critica o que localiza que acontecerá na Andaluzia e o futuro presidente critica o que ocorreu.

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Moreno em Díaz, antes de ler as declarações da presidenta da andaluzia, criticando que se rodease o Congresso. Moreno critica que o financiamento da espanha -Andaluzia reclama 4.000 milhões de euros adicionais – deixasse de ser um defeito pra Susana Díaz “da noite pro dia” quanto Pedro Sánchez chegou à Cidade. João Manuel Moreno Bonilla, marcando o fim do debate de investidura respondendo a Susana Díaz: “Os salários vão ser exactamente os mesmos, porém vai ter menos altos cargos e menos relocados do PSOE. Essa é a diferença”. Díaz reitera muitas vezes que ela vai fazer oposição e que vai executar essa tarefa no decorrer da legislatura.

É uma mensagem indireta pra Ferraz: não contempla não continuar à frente do PSOE-A. Informa Juanma Lamet. “No caminho, nós continuamos a acompanhar”, apostila. Susana Díaz tenha em mente que a Vox não crê no Estatuto de autonomia da Andaluzia ou no Estado das Comunidades. E pede pra Moreno, que esclareça se vai deportar 52.000 imigrantes como falou Francisco Serrano (Vox).

Inicia a réplica de Susana Díaz, que se queixa do tom “paternalista” e “benevolente” de Moreno para com ela. Moreno conclui pedindo a Díaz um tom “institucional” pela oposição e “com a mão estendida” a todas as formações. Os secretários-gerais dos Cidadãos ” (José Manuel Villegas) e o PP (Teodoro Garcia do mar egeu) escutam juntos o debate no ramo de convidados do salão de reuniões plenárias do Parlamento, informa Juanma Lamet.

Depois de Díaz-lhe afeara que citase a Machado e a Lorca, prontamente Moreno reescreve a Bécquer. Moreno responde a Díaz sobre o refrão de Objetivo Birmânia: “Você diz que os amigos de meus amigos são amigos meus. Quer dizer, que os amigos do senhor Sánchez são seus amigos? Aaah, há que pensar!”, falou. Após os aplausos de tua bancada, Moreno foi a conclusão do argumento: “vejo vícios”. Moreno lembra as vítimas da ETA e o contrapõe à imagem de Idoia Mendía com Arnaldo Otegi. Moreno garante que o PP tem vivido por diversos anos “pactos espúrios pra expulsar o PP das organizações”.

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