Como Fazer Afirmações Com Pretensões De Universalidade A Começar Por Acontecimentos Contingentes? 1

Esta complexa problemática tem vindo a sobrevoar a maioria das discussões e brigas que tivemos nos anos anteriores nessa mesma instância. Pai, um reconhecimento ortopráxico como “a” verdade? Igreja, para o seu transporte evangélico de pregar e publicar a Cristo como a revelação definitiva de Deus e, com isso, consequentemente, do sentido e fim de toda a construção.

Cristo em objeto de consideração filosófica. Os defeitos com que, de repente, nos encontramos são inúmeras. Nesta independência da explicação, Kant insiste por esse fato. Mas por outro lado não é menos verdade que o homem por si só é ruim e não podes, sem mais, elevar-se ao impecável de perfeição moral. Parece, dado que, que Kant resume pontos centrais da doutrina, no que tem de comum a ambas as confissões. A personificação ou encarnação de essa ideia em o homem que foi Jesus de Nazaré tem significado, em último termo, como representação, o que assistência a projetar e realizar a idéia, dadas as imperfeições e problemas inerentes à meio ambiente humana.

As contribuições de Kant podiam ser feitas prioritariamente perante o ponto de visão ético (30). Com Fichte, estamos diante de uma extensão e um horizonte novo. A tua concepção sobre o assunto Cristo, basicamente metafísica, assume cheio em tal grau a extensão ética como a histórica.

De entrada, Fichte, proclama com certa cerimônia da correspondência (Übereinstimmung) de tua doutrina com o cristianismo, tal tal como se expressa em conceitos e imagens a partir do evangelho de São João. Fichte, prepara-se para notar-se que a verdade de tua filosofia não se mostra por a verificação de tal coincidência, no entanto por sua evidência interna, por sua consistência estritamente racional.

O que ocorre é que o cristianismo concorda com a razão, na medida em que é “frase pura e perfeita da razão” (32) e, como tal, necessita de compreender-se a si mesmo. À primeira vista, estamos diante de uma tentativa de racionalizar o cristianismo, de interpretar teu significado em atividade de esquemas preconcebidos, o direito somente a começar por um ponto de visibilidade imanente à justificativa.

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Mas a atuação de Fichte não é tão acessível. De uma cota, reconhece que, “com completa autonomia do cristianismo, o filósofo localiza as mesmas verdades” (33), que está suposta já a vivência histórica do cristianismo. Este é o estilo sob o qual foi de salvaguardarse a liberdade da desculpa. Fichte, proclama a liberdade da razão e a sua autonomia de qualquer outro princípio, até já do cristianismo. Mas a causa é histórica, o que ou melhor em concreto que se tem constituído, dentro do horizonte e dos orçamentos do cristianismo. Para resolver esse ponto, convém resolver muito em breve qual é o assunto do cristianismo.

Este esquema é muito famoso e relaciona-se com a mais genuína tradição teológica. Mas convém perguntar-se na motivação de fundo que move a Fichte, para salientar a correspondência plena do cristianismo, com sua concepção filosófica. Tal motivação não é outra coisa senão o reconhecimento de que Jesus de Nazaré foi o primeiro a tomar consciência de que “a unidade absoluta do ser humano com o ser divino”.

Um se surpreende de que um pensador do tamanho de Fichte, afirme com tal decisão e radicalidade que o ponto culminante da sua filosofia não é outra que a cristologia. Teria que ver algumas dúvidas para olhar o alcance exato de tal atuação.

Os pontos interessantes em função do conceito de independência são os seguintes. A desacralización da natureza pressupõe que o homem tem se distanciado, fragmentando a relação de imediatismo com ela e transformando-o em utensílio de atuação. Esta ruptura precisa ser sanada por intermédio da restauração da unidade em um plano distinto, caracterizado por uma tomada de consciência, em tal grau da oposição como da mútua pertença. Goiás teve que oferecer-se conta de que esta primeira abordagem destruição de duas limitações. De uma porção, por mais que acentua a oposição entre natureza e história, esta se revela, no fundo, como naturalizada, por não ser senão uma frase da “ordem eterno e absoluto das coisas”, ou seja, de uma meio ambiente originária.

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