A Relação Médico-paciente 1

Apresenta-Se uma revisão dos diferentes aspectos das relações interpessoais com as particularidades específicas, que ocorrem entre o médico, o paciente e familiar e as modificações que experimentou esta conexão por intermédio do tempo. Definem-Se tuas características e classificação na ativa-passiva, cooperativa guiada e de participação mútua. São detalhadas as diferentes fases e a relevância de cada uma delas, como esta de as deficiências mais frequentes. Ele reflete o que está ocorrendo em países capitalistas, com sistema neoliberal, onde a saúde está em mãos de corporações privadas e seguros, que executam com que os serviços médicos em mais uma maneira de comércio.

Por último, comenta-se o impacto do desenvolvimento tecnológico dos anos atuais, tal em seus estilos positivos como negativos. Palavras-chave: Ética, relacionamento médico-paciente, cuidados de saúde, de prática clínica. As características do médico nesta inter-conexão das resumiu Hipócrates há mais de dois mil anos, quando afirmou que o médico deveria agrupar quatro qualidades fundamentais: discernimento, percepção, humanidade e probidade.

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1. Saber se pôr no ambiente do outro. 2. Sentir como ela. 3. Dispor-se a ajudá-lo no momento em que enfrentam dificuldades. Dificilmente esta ligação humanitária podes estar presente se o médico não estabelece com o doente uma relação temporária, psicológica, manual, profunda, solidária e profissional.

2. Relação de cooperação guiada. 3. Relação de participação mútua. A conexão cooperativa guiada é a que se instaura com pacientes que estão em condições de contribuir em diagnóstico e tratamento, como acontece em várias doenças agudas (pneumonia, a título de exemplo) e crônicas, como a hipertensão. A ligação de participação mútua, não apenas contempla o efetivação do tratamento, no entanto o controle em conversa frontal de situações e atitudes relacionadas com a razão e a evolução da doença.

O respeito que inspira a investidura técnica em uma profissão de grande conteúdo social. A probabilidade por parcela da população de que manifeste um modo adequado à sua alta responsabilidade. Sua circunstância de pedra angular na prestação de um serviço de vasto significação humana, como é a de promover ou restaurar a saúde. Reivindicar uma constante disposição pra relação de socorro, sem aspiração de reciprocidade. Exigir do alternativo o planejamento cuidadoso de cada uma de tuas ações pra evitar erros de grandes potencialidades iatrogénicas.

É de suma gravidade na RMP ter em conta as características pessoais do médico e do paciente. Por parte do médico, é fundamental que conheça o seu caráter, tuas fragilidades, teu nível de dica, até onde podes encarar com uma situação instituída e no momento em que precisa recorrer a outro amigo. Outros estilos a ter em conta nessa conexão são os objetivos que o paciente, o estado emocional de ambos e a localização de cada um.

O médico como profissional, normalmente, é achado o paciente em uma posição de superioridade, pelo que o médico necessita, com a sua atuação equilibrar essa situação. Outro porte fundamental da RMP é das vias de intercomunicação.

Esta comunicação podes ser: verbal, através da expressão, a extraverbal a partir de gestos, expressões faciais, o toque, principlamente ao fazer o check-up físico e, por último, o instrumental utilizado como complemento. Recepção disponível. Nesta fase, não é utilizada com regularidade, atinge uma extraordinária significação, se se tiver em conta a ansiedade e a insegurança com a qual recorre o paciente a esse primeiro encontro. Identificação. A tomada dos detalhes de identificação conduzido habilmente permitem ver elementos muito úteis sobre a personalidade do paciente e características socioeconómicas.

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