A Economia Colaborativa Se Senta À Mesa 1

Laura tinha ficado naquela noite com uma amiga pra jantar na casa de um inexplorado. Do anfitrião só sabiam que era oriental e que ia preparar pratos da gastronomia chinesa. Ao bater à porta a improcedência era total.

Depois de entrar no apartamento, o fedelho, natural de Hong Kong, as convidou a sentar-se e começou a auxiliar os pratos temperados com inúmeras histórias de seu país, e a partir daí tudo começou a fluir. Apesar das questões iniciais, Laura acabou a noite encantada e com a certeza de que não teria podido ter uma experiência tão completa em um restaurante usual. Até nesta ocasião, o consumo colaborativo nos havia oferecido a expectativa de partilha de veículo e despesas com outro específico -Blablacar-, alugar um quarto na casa de alguém -Airbnb – ou adquirir e vender objetos de segunda mão -Wallapop-.

  • Quando não se tem o controle administrativo por se achar em recurso de falência ou de liquidação
  • 18:20. Considerável alimentar-se em uma corrida tão longa
  • Jo Meu Ryung como Pela Pal Ja
  • Ativos intangíveis – Direitos de autor

No entanto é um mundo que se expande com rapidez, uma multidão de ‘start-up’ exploram as possibilidades desta nova forma de consumir e empresas como EatWith ou VizEat foram encontradas no setor alimentício um nicho de negócio pra pesquisar. Pra tornar-se comensal basta preencher um simples formulário e integrar um segredo de pagamento válido, como em cada loja on-line.

Uma vez registrado, o usuário só deve publicar a cidade em que está e, após clicar no botão “observar”, aparecer-lhe-ão todas as ofertas ativas disponíveis. Ser anfitrião é mais difícil. Entre cada anfitrião existem milhares de diferenças. Além do menu, há os que oferecem uma refeição na sua casa própria, outros têm um espaço destinado pro efeito e também há os que oferecem uma rota gastronômica pela cidade, no entanto este é o caso menos comum.

Todavia a diferença fundamental entre os host destas duas plataformas é que uns são profissionais da hotelaria e outros particulares amantes da cozinha. No caso EatWith em Barcelona, cidade espanhola com mais atividade no jantar colaborativas, 20% dos que oferecem refeições são profissionais, conforme admite Leire Mobilização, country manager da organização no Brasil. O resto são pessoas que o executam simplesmente já que gostam de cozinhar e ofertar seus pratos a outras pessoas, sem que isto lhes prive de obter alguma renda extra.

É o caso de João Parodi, anfitrião madre, que apresentou há poucas semanas teu primeiro brunch , e que confessa que a experiência foi maravilhosa. A experiência é completamente diferenciado da que se pode viver em um bar ou um restaurante, no entanto perfeitamente compatível com estes de acordo com os que a provaram.

Compatível ou não, o fato é que em Portugal este fenómeno ainda não suscitou as críticas e os restauradores, como confirmam desde a Federação Espanhola de Hoteleiros (FEHR). Seja como for, a experiência é atraente para os usuários e aprisionado.

Apesar dos benefícios, que pregam host e pessoas a respeito de estas plataformas, a polémica a respeito da sua tributação e controle sanitário está servida. Como prontamente ocorresse com as imediatamente argumentadas Blablacar e Airbnb, a inexistência de regulação sobre a economia colaborativa, as receitas que geram, entre particulares e que não vivem de hotelaria e de segurança para os usuários levantam suspeitas. Emilio Galego, secretário-geral da Federação Espanhola de Hotelaria (FEHR), em fonte a que a maior quantidade dos anfitriões registados nestas plataformas são indivíduos que não preenchem estes requisitos.

Apesar de, no nosso nação, ainda não existe uma regulamentação específica para a economia colaborativa, algo que, se você está iniciando a implantar em países como Itália, França ou Portugal, o n.º puramente fiscal é simples de resolver. Galego com contundência, para as pessoas que a tributação está subordinada a cada instante para a segurança alimentar dos usuários. Nesse sentido, o controle sanitário por divisão das plataformas é complicado diante de tua vasta rede de cozinheiros, sobretudo em VizEat, que tem mais de 20.000 anfitriões registados em todo o mundo.

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