33 Nomes Pra Investir Em Nova Fotografia 1

A aspiração de Revelados, nome da seção (que, por sinal, batizou minha companheira neste web site) era fácil. Por um lado, oferecer uma seção fotográfica fixa pela publicação. Por outro, ceder suporte impresso para fotógrafos que merecem e que, infelizmente, não têm diversas oportunidades de ver a sua obra em papel. Nos meios nada é intocável, imprescindível, durável. Quando escrevemos, fazemos com um horizonte efêmero.

Foram 33 entregas. Apraz-Me sonhar no caráter quase maravilhoso bíblico e do número. A Cada quinta-feira escrevo nesse site sobre isto fotografia. Não me pareceu honesto deixar de mostrar dos trinta e três fotógrafos que têm povoado a minha retina com cadência mensal há em tão alto grau e com tanta potência.

Tenho merecido que alguns -este é o meu orgulho – me considerem assim como como um conhecido. Outros demonstraram que não andava eu muito desviar em sua defesa. Uma foto de Kristamas Klousch, tais como, da mesma série, publicada em Revelados em março de 2010, foi usada alguns meses depois para a capa do disco Sleepwalkers do extenso David Sylvian. Imagens de Yulia Kazban, publicadas na revista em abril de 2011, serviram pra embalar A Dream Within a Dream, de Maika Makovski.

  • 2º Copa Interamericana
  • 2018-presente: segundo retorno ao cinema e Dancing Queen[editar]
  • Restrição do fluidez sanguíneo (Hansen, 1998, Goonetilleke, de 1998)
  • Cultura japonesa, “otakus”, “respeito” e “diversão” em Expomanga 2016
  • O Edifício Moro, sede da Loteria Nacional do México
  • três Música clássica e contemporânea

O que se segue é porção do elenco Revelados. Copiar e pego as entradillas de cada entrevista, link pras páginas de Rua 20 (em formato PDF) e dou três rasos dados de cada artista: nome, lugar de casa e idade actual (e não no momento da publicação).

Vai por eles. Porque acrescentar os 33 faria com que o comprimento desta entrada fora suicida, eu seleciono a uma dúzia e cito os outros no desfecho. Eles sabem que a minha estima não tem nada que ver de perto com estar ou não estar, visto que sempre estão. “Macio, cínico, penumbroso”. O “Lobo”, a responsabilidade, o soneto”. o

“Ajustar, permitir, refletir”. Facetas múltiplas. A proposta inaugural desta secção de valores fotográficos em alta é Minas Papadopoulos. Nasceu e vive em Salónica (Grécia) e utiliza a câmera como uma arma sem derramamento de sangue. Sai pro mundo para caçar. Não o faz para obter a vida -trabalha como docente e não confia que tuas fotos possam conceder-lhe de ingerir, nestes tempos de bombardeio de imagens-, todavia pra entender-se a si mesmo.

As balas são contra o pior oponente, a psique, essencialmente, a si mesmo. “Observar o mundo com o olho fotográfico alimenta a nossa impressão de poder em um universo que vive instalado no temor”, alega. “Eu preciso da fotografia como uma medicina”. Para Chieska Fortune, é bem acessível: fazer com imagens é uma indispensabilidade primária, um aparelho para poder viver. Até mesmo pra combater o silêncio e o inalcançável da linguagem: “É uma forma de comunicação pra se expressar sem usar expressão alguma”.

a partir do visor se atravessam todos os espelhos, “vê aquilo que você não podes ver com seus olhos, alguma claridade que não está lá no momento em que você olha, no entanto sim quando você faz imagens”. Acaba de começar a fazer fotos e prontamente deslumbra com sua afiada visão, às vezes suave, algumas vezes crua, nunca inofensiva.

A inglesa Amber Joy propõe um retorno ao sublime de formosura (“a arte moderna baseia-se demais no ‘conceito’, as tentativas de aparentar inteligência”), todavia através da crença de que o preconceito bem como podes ser gracioso. Suas imagens não são compatíveis com a impiedade, são duras e militam no check-up da situação humana por intermédio da projeção de si mesma. Retrata como partilhar uma biópsia cerebral.

“A fotografia pode ser várias coisas: a descomplicado gravação de um período, a construção de uma fantasia, um aparelho para manipular as emoções dos outros… Porém a todo o momento é o interior da mente do fotógrafo”. É insultantemente jovem (16) e tão inexistência de preconceitos para autorretratarse a si mesma uma e de novo, sem desabar na vaidade ou complacência.

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